Alguns anos antes da chegada da Nina, eu já tinha adotado uma filha de quatro patas chamada Pietra. Acompanhei toda a gravidez da mãe da Pietra, a nossa querida Joana (mais conhecida como Gorda-Gorda) e pedi a ela uma filhote cor de chocolate. Não é que veio? Só uma. E destinada a mim.
Levei Pietra pra casa ainda bem pequena, antes dos dois meses de idade e aguentei longos períodos de choros, ganidos, xixis e cocôs sempre fora do lugar. A minha cachorrinha fofa comeu todos, ouçam bem, TODOS, os meus sapatos fechados. Me restando apenas as sandálias para usar no inverno. Ela roubou comida, derrubou o lixo, comeu meus batons e minhas canetas. Coisas que ela faz até hoje, diga-se de passagem. Graças a Deus, Pietra não liga para móveis, então os lá de casa continuam intactos. Ela também aprendeu o lugar de fazer suas necessidades e devido ao seu olhar sedutor, não a atirei pela janela.
Eu mimei a pequenina desde o dia em que ela chegou lá em casa. Ela dorme na minha cama, de conchinha, debaixo do edredom. Ela sobe no sofá, na poltrona e a casa é dela também ou era... Quando a Nina chegou, Pietra foi deixada um pouco de lado. Deixou de ser o foco de atenção quando entramos em casa e não brincamos tanto com ela quanto brincávamos antes. No quarto da Nina ela não pode subir na cama e durante um breve período, não podia nem entrar. Esqueço de levar ela para cortar as unhas e os passeios ficaram mais escassos. Ouvi muita gente dizer: "ela vai morrer de ciúme".
Mas quer saber? Minha Pietra é o máximo e bem resolvida. Ela aceita todas as brincadeiras estúpidas da Nina, que a chama carinhosamente de "Patê". Incluindo puxar orelhas e rabo e montar nela para fazer um pocotó básico. Ela entra no quarto quando a Nina está dormindo para conferir se está tudo ok. Faz festa para a pequena quando ela chega em casa e divide com ela os biscoitos maizena.
Ok, nem tudo é perfeito e ela roubou e mastigou alguns brinquedos da Nina. Também tem uma predileção por fraldas sujas e se não jogarmos o troço direto na lixeira, ela pode atacar quando ninguém estiver olhando. Mas a verdade é que minhas duas filhas são lindas e se amam! Assim que Nina dorme, eu sou toda da Pietra, são carinhos mil e muitos afagos. E enquanto uma pequena descansa no berço, a outra continua comigo, de conchinha, debaixo do edredom.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Minha primeira filha
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Alice
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
"Pras pessoas de alma bem pequena"
Como eu disse, esse post seria sobre amamentação. Mas, infelizmente, não foi como eu queria.
A minha intenção era falar sobre a minha experiência, que não foi fácil, mas foi maravilhosa. Sobre as dicas que considero importantes, sobre os cuidados que podemos ter com os mamilos, sobre bombas para tirar leite, armazenagem e informações realmente relevantes para nós, mães.
O problema é que fui atropelada por uma enxurrada de absurdos sobre o tema, que tiveram início após o "Mamaço" (manifestação realizadas por mães, após uma mulher ter sido impedida de amamentar seu filho no Itaú Cultural, em São Paulo). Além do artigo ridículo do João Pereira Coutinho, publicado na Folha Online, ainda teve uma péssima manifestação do "super influente no Twitter" Rafinha Bastos, do CQC.
A opinião desses homens, pois todas essas bobagens do tipo "mulher que amamenta em público quer na verdade é botar o peito pra jogo" foram ditas por homens (meninos, eu ainda tenho esperança na espécie e acredito que isso não é um senso comum), é tão, mas tão absurda que me faz pensar apenas em duas hipóteses:
1) Rafinha Bastos, João Pereira Coutinho e simpatizantes não foram amamentados por suas mães (será que eles têm mãe?). Isso causou uma frustração enorme nos coitados. Eles colocam pra fora seus problemas repudiando as mães que amamentam seus filhos. Para eles isso é um ato que deve ser feito escondido, no quarto escuro, dentro de casa, para não causar sofrimento em homens que como eles, tadinhos, não conseguem suportar a imagem de um ato de amor tão incondicional e natural como é uma mãe amamentar seu filho.
2) As piadas e assuntos acabaram. "Ai meu Deus! Como vou ganhar audiência??? Será que todo mundo já reparou que eu sou um idiota??? Acho que vou polemizar dizendo que essas mães que amamentam seus filhos em público querem na verddae é provocar os homens. Porque peito só serve para ser chupado durante o ato sexual e por mim! É um absurdo essas mães ficarem colocando essas tetas pra fora impunemente. Aí, fazer piadas sobre assuntos que vão além da minha capacidade de compreensão é tão legal... ai como eu sou foda".
Sendo assim, de acordo com a segunda opção eu não deveria nem estar dando ibope para essas criatutas, mas me juntei a outras mulheres, como a Lola que, como eu, achou isso tudo desprezível demais para ser ignorado.
Sabe, se esses dois fossem meus filhos eu agora estaria completamente decepcionada, mas como as mães não desistem nunca de suas crias, iria com certeza colocá-los de castigo:
- "Vamos simbora pedir desculpa para todas as pessoas que tiveram que ouvir esse monte de asneira que vocês falaram!"
- "Mas mãe???"
- "Sem mais menino! Não quero ouvir mais nem um pio sobre o assunto."
A minha intenção era falar sobre a minha experiência, que não foi fácil, mas foi maravilhosa. Sobre as dicas que considero importantes, sobre os cuidados que podemos ter com os mamilos, sobre bombas para tirar leite, armazenagem e informações realmente relevantes para nós, mães.
O problema é que fui atropelada por uma enxurrada de absurdos sobre o tema, que tiveram início após o "Mamaço" (manifestação realizadas por mães, após uma mulher ter sido impedida de amamentar seu filho no Itaú Cultural, em São Paulo). Além do artigo ridículo do João Pereira Coutinho, publicado na Folha Online, ainda teve uma péssima manifestação do "super influente no Twitter" Rafinha Bastos, do CQC.
A opinião desses homens, pois todas essas bobagens do tipo "mulher que amamenta em público quer na verdade é botar o peito pra jogo" foram ditas por homens (meninos, eu ainda tenho esperança na espécie e acredito que isso não é um senso comum), é tão, mas tão absurda que me faz pensar apenas em duas hipóteses:
1) Rafinha Bastos, João Pereira Coutinho e simpatizantes não foram amamentados por suas mães (será que eles têm mãe?). Isso causou uma frustração enorme nos coitados. Eles colocam pra fora seus problemas repudiando as mães que amamentam seus filhos. Para eles isso é um ato que deve ser feito escondido, no quarto escuro, dentro de casa, para não causar sofrimento em homens que como eles, tadinhos, não conseguem suportar a imagem de um ato de amor tão incondicional e natural como é uma mãe amamentar seu filho.
2) As piadas e assuntos acabaram. "Ai meu Deus! Como vou ganhar audiência??? Será que todo mundo já reparou que eu sou um idiota??? Acho que vou polemizar dizendo que essas mães que amamentam seus filhos em público querem na verddae é provocar os homens. Porque peito só serve para ser chupado durante o ato sexual e por mim! É um absurdo essas mães ficarem colocando essas tetas pra fora impunemente. Aí, fazer piadas sobre assuntos que vão além da minha capacidade de compreensão é tão legal... ai como eu sou foda".
Sendo assim, de acordo com a segunda opção eu não deveria nem estar dando ibope para essas criatutas, mas me juntei a outras mulheres, como a Lola que, como eu, achou isso tudo desprezível demais para ser ignorado.
Sabe, se esses dois fossem meus filhos eu agora estaria completamente decepcionada, mas como as mães não desistem nunca de suas crias, iria com certeza colocá-los de castigo:
- "Vamos simbora pedir desculpa para todas as pessoas que tiveram que ouvir esse monte de asneira que vocês falaram!"
- "Mas mãe???"
- "Sem mais menino! Não quero ouvir mais nem um pio sobre o assunto."
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Minhas crianças
Minha vida agora virou uma creche! Estou cercada de pequeninas, pois além da Nina minhas duas afilhadas chegaram. Helena está com quase dois meses e Clara ainda nem completou uma semana.
São duas lindas, pequenininhas e com aquele cheiro de recém-nascido, sabe? Aquele cheirinho de cangote mais gostoso do mundo? Que deixa a casa toda com aroma de bebê? Exatamente esse!
Ver as duas pequeninas e os perrengues que as comadres andam enfrentando me fez lembrar lá do comecinho com a Nina e me deu vontade de escrever sobre um monte de coisa, mas não consigo organizar meus pensamentos.
Por isso decidi preparar um post que considero muito importante e que até hoje não escrevi por porque sempre acho que ficou incompleto: é sobre amamentação. Essa tarefa deliciosa, também traz muita dor de cabeça para as mamães. Agora vendo minhas duas amigas sofrendo com essa questão, cada uma com um problema diferente, decidi que o texto vai de vez sair do forno.
Por enquanto, vocês podem ficar apreciando as minhas novas delicinhas: Helena e Clara...
Inté!
São duas lindas, pequenininhas e com aquele cheiro de recém-nascido, sabe? Aquele cheirinho de cangote mais gostoso do mundo? Que deixa a casa toda com aroma de bebê? Exatamente esse!
Ver as duas pequeninas e os perrengues que as comadres andam enfrentando me fez lembrar lá do comecinho com a Nina e me deu vontade de escrever sobre um monte de coisa, mas não consigo organizar meus pensamentos.
Por isso decidi preparar um post que considero muito importante e que até hoje não escrevi por porque sempre acho que ficou incompleto: é sobre amamentação. Essa tarefa deliciosa, também traz muita dor de cabeça para as mamães. Agora vendo minhas duas amigas sofrendo com essa questão, cada uma com um problema diferente, decidi que o texto vai de vez sair do forno.
Por enquanto, vocês podem ficar apreciando as minhas novas delicinhas: Helena e Clara...
Inté!
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ai-ai!
Vocês conhecem essa galerinha aí em riba? Pois é, esse programinha australiano chamado Hi-5 não é Hollywood, mas é o sucesso lá em casa! Nina fica louca se sacudindo na frente da TV, faz coreografias e tudo. Por enquanto, ela ainda não sabe cantar, em compensação fico eu com as musiquinhas martelando na minha cabeça o dia inteiro. Ser mãe é padecer no paraíso.
O programinha é meio tosco, principalmente a versão dublada, mas pra Nina é tuuuudo de bom! A nova onda da pequena é entrar em casa, me entregar o controle da TV e falar Ai-ai! (tradução: Hi-5!). Tudo isso com uma cara de bebê psicopata. Eu me derreto!
domingo, 8 de maio de 2011
Hoje é nosso dia!
Hoje vou ser piegas, tá?
Dia das mães é todo dia, mas merecemos sim uma datinha para sermos o centro das atenções, viu?
Então parabéns para todas nós mamães! Que a gente continue curtindo essa delícia enlouquecedora que é ter um filho.
Fica o "sorriso" melecado de chocolate da minha filhota pra comemorar (que fique claro que essa é a cara que ela faz quando eu digo: "ri pra mamãe, filha!).
Beijokas!
Dia das mães é todo dia, mas merecemos sim uma datinha para sermos o centro das atenções, viu?
Então parabéns para todas nós mamães! Que a gente continue curtindo essa delícia enlouquecedora que é ter um filho.
Fica o "sorriso" melecado de chocolate da minha filhota pra comemorar (que fique claro que essa é a cara que ela faz quando eu digo: "ri pra mamãe, filha!).
Beijokas!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Muito pra aprender
Hoje estava lá no ônibus, vindo pro trabalho e de repente vi uma moça no ponto que fez sinal. Era uma mãe. Sua filha, que devia ter cerca de 20 anos, tinha paralisia cerebral e por isso andava em uma cadeira de rodas. O motorista parou e na mesma hora veio ligar aquela traquitana dos ônibus para garantir a acessibilidade dos cadeirantes. Não funcionou.
A mãe, com uma doçura, que acho que só existe em pessoas que já sofreram muito na vida e aprenderam a não se abalar no primeiro obstáculo, disse: "Não se preocupe, eu espero o próximo." Sem nenhum sinal de chateação. Mas o motorista, muito simpático, disse que poderia colocá-la para dentro e depois ajudar a descer. Ela aceitou e muito rapidamente a menina estava alocada em seu lugar, um passageiro ajudou, a trocadora prendeu o cinto de segurança e pronto. Seguimos viagem!
Fiquei observando aquela mãe e aquela menina. Super bem cuidada, a gente que é mãe repara nos detalhes. O tênis novo, combinando com a roupa. Ela estava de saia com uma calça legging por baixo, toda dentro da moda. A mãe carregava uma mochila com as coisas dela, era uma mochila de criança, pois a filha será para sempre um bebê. Chegou o ponto, o motorista rapidamente ajudou na descida, ela agradeceu e foi.
Fiquei pensando na Ligia e na Duda, respectivamente minha prima e minha tia. Conviver com a paralisia cerebral não é uma tarefa simples. Requer dedicação e uma capacidade de doação imensa. Para mim, a experiência pessoal com a doença garantiu um crescimento que considero valioso. Minha tia tratava a questão com tanta naturalidade, que quando eu era criança não conseguia ver exatamente a gravidade da coisa. E essa forma dela levar a vida, contagiou a família. Ninguém tinha medo de falar da Ligia ou do seu problema. As questões eram abertas e discutidas sem tabu. Na minha visão de criança, a Ligia era apenas a minha priminha que não podia andar nem falar, mas que foi cercada de tanto amor e carinho, que nunca me tive a sensação de que a Duda sofria ou carregava um fardo que, diga-se de passagem, não é para qualquer um.
Sempre arrumada e cheirosa. Cabelos penteados, maria-chiquinha, brinquinhos de colar, perfume, parecia uma boneca. Seus aniversários eram comemorados com bolo, brigadeiro, parabéns e muitos beijos. Apesar de ir ficando mais velha, ela continuava com a mesma aparência, parecia ter no máximo uns 8 anos. E foi durante 26 anos a eterna criança da família.
Quando estava grávida da Nina, Liginha se foi. Mas o que ela nos ensinou, vai ficar para sempre. Tenho muita admiração por essas famílias e principalmente, por essas mães, que como a minha Duda, sabem levar a vida focando no que realmente importa: os momentos felizes.
Os problemas podem ser superados, se você sabe como aproveitar os bons e verdadeiros sorrisos.
A mãe, com uma doçura, que acho que só existe em pessoas que já sofreram muito na vida e aprenderam a não se abalar no primeiro obstáculo, disse: "Não se preocupe, eu espero o próximo." Sem nenhum sinal de chateação. Mas o motorista, muito simpático, disse que poderia colocá-la para dentro e depois ajudar a descer. Ela aceitou e muito rapidamente a menina estava alocada em seu lugar, um passageiro ajudou, a trocadora prendeu o cinto de segurança e pronto. Seguimos viagem!
Fiquei observando aquela mãe e aquela menina. Super bem cuidada, a gente que é mãe repara nos detalhes. O tênis novo, combinando com a roupa. Ela estava de saia com uma calça legging por baixo, toda dentro da moda. A mãe carregava uma mochila com as coisas dela, era uma mochila de criança, pois a filha será para sempre um bebê. Chegou o ponto, o motorista rapidamente ajudou na descida, ela agradeceu e foi.
Fiquei pensando na Ligia e na Duda, respectivamente minha prima e minha tia. Conviver com a paralisia cerebral não é uma tarefa simples. Requer dedicação e uma capacidade de doação imensa. Para mim, a experiência pessoal com a doença garantiu um crescimento que considero valioso. Minha tia tratava a questão com tanta naturalidade, que quando eu era criança não conseguia ver exatamente a gravidade da coisa. E essa forma dela levar a vida, contagiou a família. Ninguém tinha medo de falar da Ligia ou do seu problema. As questões eram abertas e discutidas sem tabu. Na minha visão de criança, a Ligia era apenas a minha priminha que não podia andar nem falar, mas que foi cercada de tanto amor e carinho, que nunca me tive a sensação de que a Duda sofria ou carregava um fardo que, diga-se de passagem, não é para qualquer um.
Sempre arrumada e cheirosa. Cabelos penteados, maria-chiquinha, brinquinhos de colar, perfume, parecia uma boneca. Seus aniversários eram comemorados com bolo, brigadeiro, parabéns e muitos beijos. Apesar de ir ficando mais velha, ela continuava com a mesma aparência, parecia ter no máximo uns 8 anos. E foi durante 26 anos a eterna criança da família.
Quando estava grávida da Nina, Liginha se foi. Mas o que ela nos ensinou, vai ficar para sempre. Tenho muita admiração por essas famílias e principalmente, por essas mães, que como a minha Duda, sabem levar a vida focando no que realmente importa: os momentos felizes.
Os problemas podem ser superados, se você sabe como aproveitar os bons e verdadeiros sorrisos.
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Alice
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Retomando a rotina
Ai, ai, quanto tempo...
Como andam vocês? Eu confesso que ainda estou meio enrolada. Sabe como é, né? Emprego novo, uma afilhada nova (Helena), outra quase nascendo (Clara) e uma Nina mais espoleta do que nunca. Gente, não sei quem foi, mas alguém ligou minha filha na tomada. Ela sempre foi brincalhona, mas agora está uma coisa de louco: não para quieta, é um sobe e desce do sofá danado, um corre-corre e um tal de "nãos" para todos os lados.
Não sou eu dizendo "não" pra ela e sim ela dizendo "não" pra tudo, enquanto balança a cabeça. Acho que ela não sabe o que é "sim", então sai por aí sacudindo a careca e repetindo: naim, naim, naim... Deu pra enteder ou ficou confuso?
A verdade é que acho que a energia que ela anda gastando em suas estripulias, aumenta a preguiça de falar. Pra arrancar uma palavrinha desse menina é difiiiicil... Ela agora aprendeu a falar bisa, na verdade é "bisss", que ela chama, com ênfase no "s". Também anda bem desenvolta na hora de pedir comida e de dizer que a mesma acabou, mas fora isso, só aquele dialeto de gritinhos esganiçados e lindos.
Acho que não existe uma idade certa pra falar, algumas crianças soltam a língua mais tarde e ela ainda está dentro da faixa não preocupante, mas fico em dúvida se tenho que estimular de mais alguma forma. Conversamos com ela o tempo todo e ela entende absolutamente T-U-D-O. Então, acredito eu, que ela esteja é com vontade de ficar nessa de "eu entendo vocês sem falar, então vocês que me entendam também sem que eu fale."
Ok. A gente se esforça.
Está começando a fazer um friozin aqui no Rio. Eu que nunca gostei muito de frio, hoje adooooro, porque a Nina fica muito fofa mesmo com roupitchas de inverno, rs! Aliás, ando querendo comprar uma galocha pra ela, só que a menina tem pé de anjo e ainda calça 18 (meu pezinho bisnaguinha que não cresce!). Alguém sabe aonde encontro isso?
Beijokas
Como andam vocês? Eu confesso que ainda estou meio enrolada. Sabe como é, né? Emprego novo, uma afilhada nova (Helena), outra quase nascendo (Clara) e uma Nina mais espoleta do que nunca. Gente, não sei quem foi, mas alguém ligou minha filha na tomada. Ela sempre foi brincalhona, mas agora está uma coisa de louco: não para quieta, é um sobe e desce do sofá danado, um corre-corre e um tal de "nãos" para todos os lados.
Não sou eu dizendo "não" pra ela e sim ela dizendo "não" pra tudo, enquanto balança a cabeça. Acho que ela não sabe o que é "sim", então sai por aí sacudindo a careca e repetindo: naim, naim, naim... Deu pra enteder ou ficou confuso?
A verdade é que acho que a energia que ela anda gastando em suas estripulias, aumenta a preguiça de falar. Pra arrancar uma palavrinha desse menina é difiiiicil... Ela agora aprendeu a falar bisa, na verdade é "bisss", que ela chama, com ênfase no "s". Também anda bem desenvolta na hora de pedir comida e de dizer que a mesma acabou, mas fora isso, só aquele dialeto de gritinhos esganiçados e lindos.
Acho que não existe uma idade certa pra falar, algumas crianças soltam a língua mais tarde e ela ainda está dentro da faixa não preocupante, mas fico em dúvida se tenho que estimular de mais alguma forma. Conversamos com ela o tempo todo e ela entende absolutamente T-U-D-O. Então, acredito eu, que ela esteja é com vontade de ficar nessa de "eu entendo vocês sem falar, então vocês que me entendam também sem que eu fale."
Ok. A gente se esforça.
Está começando a fazer um friozin aqui no Rio. Eu que nunca gostei muito de frio, hoje adooooro, porque a Nina fica muito fofa mesmo com roupitchas de inverno, rs! Aliás, ando querendo comprar uma galocha pra ela, só que a menina tem pé de anjo e ainda calça 18 (meu pezinho bisnaguinha que não cresce!). Alguém sabe aonde encontro isso?
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