sexta-feira, 25 de maio de 2012

Plágio

Pois é né? Depois da Carolina Dieckmann, foi minha vez de sofrer com a internet.

Calma gente, que não tem foto minha rolando por aí. O caso aqui foi um plágio escancarado da marca do meu blog, criada por uma grande amiga minha com base no nome que eu escolhi.

Essa pessoa simplesmente copiou e colou a marca do meu blog em sua loja virtual. E o que é pior, fez um post, sim ela também tem um blog, contando sobre sua ideia e blá, blá, blá.

O texto dela, que pode ser lido aqui, diz o seguinte:


Olá pessoas! Hoje vim compartilhar com vcs a  alegria de estar montando uma loja virtual...
A NinaLand é um projeto que "borbulha" em meus neurônios há muitos meses, mas só agora rolou aquela química perfeita que faz as coisas acontecerem.
O site da loja está em fase final de construção, mas enquanto a loja não abre, vocês podem dar uma "espiadinha" nas novidades no blog da NinaLand, onde estamos adicionando as coisas mais interessantes que a loja irá disponibilizar para o consumidor.
Espero que vocês gostem! Não deixem de conferir!

O projeto borbulhava na cabeça, mas a química só rolou quando ela encontrou a marca do meu blog para copiar.

Enfim, já entrei em contato e pedi que ela retirasse a minha marca do ar. Vamos aguardar, né?

Sem querer dar mais crédito para moça, mas vale para vocês conferirem:



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Arroz com feijão

A Thais lançou essa campanha ontem e eu super me identifiquei. Porque eu não sou assim, a mais saudável das mães, mas tem coisa melhor do que arroz com feijão? Tem coisa melhor do que saber que uma duplinha tão gostosa é também mega nutritiva? Hein? Hein? Eu amo, amo, amo. E Nina ama, ama, ama. E papai, bom, papai ama tudo relacionado a comida.


Agora estou aqui matutando sobre um prato criativo com essa dupla. Tá difícil ganhar desse ursinho na banheira, mas vamô que vamô! E você? Já pensou no seu?

Corre pra conhecer a promoção!

domingo, 20 de maio de 2012

Semana corrida e sinais de loucura maternos

Como de costume, a última semana teve sete dias,certo? Errado. A minha deve ter tido uns 20. Estou morta, cansada, exaurida, mas feliz.

Primeiro porque continuo com o meu freela rolando a todo vapor e confesso que esse finalzinho está bem difícil. Segundo que dei um pulinho em Buenos Aires para ver o Flu. Saí daqui na quinta de manhã e, diante de atrasos mil, estava de volta na sexta à noite. E terceiro que ontem teve festa!


Como ia passar dois dias fora, tive que correr com as coisas da festanã, mas claro que não deu pra terminar tudo. Quando cheguei de viagem, cai dentro dos preparativos e sábado bem cedo estava lá no play montando a parafernália toda. Deu trabalho, mas ficou LIN-DO.

O problema é que essa programação me rendeu dois dias longe da Nina. Mas sobrevivi. Ela então, nem se fala. Curtiu horrores longe da mamãezinha aqui.

Nessa semana comi o melhor bife do mundo, chocolate, doce de leite e provavelmente ganhei alguns quilos.



Além disso, viajei deixando minha residência dentro de seu caos habitual e quando voltei... o horror, o horror! Você achava que estava ruim? Aham Claudia, senta lá. Maridin ajudou a triplicar o problema. Ok, ok, ok.

E claro que minha sanidade mental, que já não é das melhores, se mostrou abalada com a correria:

Coloco a Nina no carro. Ela saiu de casa de chupeta, mas, sei lá como, ela estava sem. Com sono, ela começa a me pedir a chupeta e eu perguntando para ela aonde estava a tranqueira, aonde ela tinha colocado e tals.

- Tá no seu bolso, mamãíím!
- Não filha, não está. Mamãe não trouxe a chupeta, estava com você.
- Nhão. Tá no seu bolso.

Ignoro a criança, reviro o carro, olho embaixo da cadeirinha. Pergunto de novo aonde ela enfiou a chupeta.

- Nhão sei... tá no seu bolso.

Levanto a Nina. Levanto as bolsas. Olho pelo chão. Enfio a mão dentro do casaco dela. NADA.

- Filha, não tem chupeta.
- Poxa vida, mamãíím. (Morro quando ela fala assim).

Volto pro meu lugar, sento e quando coloco o cinto de segurança algo me incomoda.

Claro que estava no meu bolso.

terça-feira, 15 de maio de 2012

O banho frio

Eu tenho trauma de banho frio. Não é medinho, não é frescura, é trauma. São problemas psicológicos sérios do meu eu interior.

Sendo assim, eu, que moro no Rio de Janeiro, debaixo desse calor da moléstia, SÓ tomo banho quente. Não é água morna, não é para quebrar o gelo, tem que ser quente. E tanto faz se estamos no inverno ou no verão, a água do banho tem que ferver.

Na praia não. Na praia gosto de água gelada, porque se não me sinto numa canja. Estranhei muito quando viajei para o nordeste e mergulhei naquele marzão morno, mas isso não tem nada a ver com o que quero falar.

Ocorre que, como tudo na vida, meu trauma de banho frio tem culpado. E a culpa é da mãe, claro. No caso, da minha mãe que, gentilmente, cortou a água quente lá de casa quando éramos pequenos. Todo mundo tinha que tomar banho frio, lá pelas cinco da manhã, antes de ir para a escola e também de noite, antes de dormir. No verão era mais suportável, mas no inverno, em Jacarepaguá, era desesperador.

"Vocês são alérgicos", ela dizia. Mas na minha cabeça era só um plano maquiavélico para fazer com que a gente tomasse gosto pela coisa, porque ela sempre adorou banho frio. Podia também ser uma forma de economizar luz e não atrasar a hora de sair de casa, pois veja bem a equação:

Chuveiro elétrico + Quatro crianças + Casa em Jacarepaguá + Colégio na Tijuca + Banho quente = ATRASO NA CERTA!

Mas troca aê esse banho quente por uma cachoeira de água gélida caindo pela sua cabecinha que recém abandonou o edredom quentinho lá na cama e duvido dê o dó que o banho dure mais do que 30s. Com tudo incluído: shampoo, condicionador e sabonete. Foi nessa época que entendi a importância do shampoo 2 em 1, porque ninguém na vida merece congelar o cérebro duas vezes seguidas debaixo de um chuveiro como aquele.

Quando tomávamos banho na casa da minha avó, era minha forra. Nem ligava a água fria, era só a quente e se mamãe brotasse no elevador, vovó que sabia das coisas vinha correndo me avisar e abria a porta do banheiro, para dar tempo de dissipar o fumacê provocado pela minha sauna, vulgo banho. Tudo antes que mamãe percebesse.

Enfim, todo esse lenga lenga não é para fazer queixa de mamis, porque já a perdoei por essa tortura falha. Na verdade é só para demonstrar minha frustração com uma filha que só toma banho frio. Gelado. De onde jizuis ela tirou essa ideia??? Não posso culpar mamãe pois há tempos ela religou o chuveiro elétrico em casa e nunca expôs a Nina aos seus testes. Mas o fato é que a garota não quer nem papo. Banho? Só se for frio.

Por isso nós NUNCA tomamos banho juntas. Banho é só com o papai que não tem traumas desse tipo.

Mas hoje, estávamos sozinhas, ela disse que queria tomar banho. Levei ela pro banheiro e perguntei:

- Posso ligar a água quente?
- Não. Gilado.

Preciso dizer que não entrei no box? Liguei o chuveiro, entreguei o baldinho para a pequena e só compareci no momento do sabonete. Mesmo assim o enxague ficou por conta dela que encheu o recipiente de uma água congelante e despejou na cabeça como se não fosse nada.

E está frio no Rio, tá? Ok, ok, meus parâmetros de frio não valem muito, mas estou em casa de casaco e meias me perguntando aonde foi que eu errei.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Rua dos Loucos, nº 0

Alguns não vão conseguir acompanhar, outros vão achar que esse post "não tem pé, nem cabeça, não tem ninguém que mereça", mas... digamos que, apesar de me considerar uma pessoa sensata, constatei mais uma vez que minha cachorra é louca. Ela pensa que é um sapo e sempre que rola uma mosca ou um mosquito pela casa, ela se prepara, foca no intruso e dá botes pelo ar tentando engolir o ser. Uma amiga minha disse: "cachorro é o reflexo do dono". Cara, lascou-se. Porque além de uma cadela maluca eu me casei com uma pessoa que não tem a menor noção do que é ser normal e vive num mundo cheio de regras e teorias próprias. Por fim, pari uma menina lindamente desmiolada o que me faz questionar seriamente a minha sanidade mental.

Vamos ao fatos, Nina ficou catarrenta. O pai levou ela para tomar um banho de cachoeira, ó que lindezas aí embaixo. Mas o tempo virou no Rio e passamos do calor sinistro para uma certa friaca. Sou carioca, né? Bateu uma brisa eu tiro o cachecol do armário e decido tomar vinho porque não dá pra beber chopp com esse tempo gelado. No dia seguinte a pequena tossiu. Depois espirrou e ficou entupida. Sem febre, menos mal. Ontem quando chegou da escola estava com aquela cara de bebê gripado. Como ela NUNCA fica doente, não tenho alguns artigos de sobrevivência básica em casa, como soro fisiológico.

É alto, tá papai?

Pausa.

Nina tem uma tendência para a hipocondria, por isso agradeço que ela raramente tenha alguma zica ou precise de remédios, porque ela se amarra num medicamento. Acho até que curte quando fica doente. Imaginem uma cara de êxtase. É a Nina colocando soro fisiológico. Hoje ela avistou um vidrinho de vitamina C em cima da pia e soltou:

 - Mamãííín, mim dá esse?
- Não Nina, você já tomou. É só uma vez por dia.
- Intão tá. Mas intão,  mim dá só um poquinho di novo, tá mamãííín?

Eu disse que era uma casa de loucos, certo?

Despausa.

De lá pra cá tivemos algumas noites sinistras porque ela acordava toda hora, mas não como se estivesse se sentindo mal e sim como quem teve um pesadelo. Ela choramingava e falava coisas desconexas. Não sei até que ponto isso tem a ver com a gripe porque Nina tem mesmo pesadelos, só que na última semana eles estavam turbinados. Levei alguns chutes, perdi meu travesseiro e alguns fios de cabelo. Fiquei com dor nas costas, porque só cabia metade de mim no pedaço que ela deixou da cama. Pela manhã ela continua acordando super bem disposta e alegre, como quem dormiu feito uma pedra.

Já é sabido também que a falta de sono interfere na sanidade mental da pessoa. Eu sempre soube que meu surto criativo vinha à noite. Sou assim. Funciono melhor depois das 21h. Sempre gostei de estudar nesse horário, fazer trabalhos, sempre. De modo que continuo nesse ritmo, mas agora tenho uma filhota, uma casa, uma cachorra-sapo e um marido com pé na Terra do Nunca (isso é motivo para um outro post). Daí que é nesse horário que caio dentro dos meus trabalhos e não tenho ido dormir antes de duas, duas e meia da madruga. Mas ninguém contou pra Nina que ela deveria dormir até mais tarde. Além disso, já reduzi o horário da pequena na escolinha, então nós duas acordamos (?) e passamos a manhã juntas, de tarde ela vai e eu imagino que vou arrumar a casa, mas só imagino.

Tenho problemas de organização. Não só de organização das minhas tralhas, como da organização de tarefas. Enquanto lavo a louça, lembro que preciso estender a roupa e não raramente, largo a louça e vou até a área. Enquanto estou estendendo a roupa, lembro que fiquei de ligar para a boleira e lá vou eu. Depois que falo com a mulher, acho que o banheiro está precisando de uma guaribada e lá vou eu com desinfetante, pano, escovão... quando vejo a hora lembro da aula de spinning e corro pra me arrumar. Diz aí? Qual tarefa foi terminada? Nenhuma, bebê!

E de noite? De noite tem Nina. Depois da Nina tem surto criativo e novela das nove. Sim, além de louca sou noveleira.

Abaixo a versão da Nina para a música A Casa

Ela uma casa, muito engaçada
Num tinha tetu, num tinha nada


Ninguém podia entá nela não
Poquê na casa num tinha penico.


Ninguém podia fazê xixi
Poquê na casa num tinha paêde


Ninguém podia dumi êdi
Poquê na casa num tinha chão!

Será um sinal? Telefones de psiquiatras, psicólogos, ajuda espiritual e afins podem ser deixados nos comentários.

Grata!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Constatações de uma mãe

Roupas

Antes: Você lava as roupinhas do seu bebê com um sabão líquido neutro e zela pela pele sensível da criança. Algumas peças, entre uma mamada e outra, você lava na mão rapidinho porque aquele cocô de recém-nascido qualquer esfregadinha limpa. As outras você coloca na máquina no modo "Delicado" e pendura tudo lindo e cheirosinho no varal.

Depois: Você constata que as roupas da fofa da sua filha, outrora lavadas quase que manualmente com sabão neutro, agora são mais encardidas que os panos de chão da sua casa. Você gasta fortunas com o tal alvejante sem cloro, deixa as roupas de molho por três dias, usa um sabão mega ultra power tira manchas, joga tudo na máquina no modo "Tira manchas/Branco/Encardido" e elas continuam sujas. Aí você descobre as maravilhas que só a água sanitária faz por você e decide que a criança de agora em diante só anda de branco ou vestida com cores escuras que disfarcem as manchas. Amarelinho bebê, rosinha bebê, azul bebê, ou qualquer coisinha com "bebê" no final está definitivamente banido..


Brinquedos

Antes: Você acha que organização é separar os brinquedos da sua cria por tipos. Uma caixa para as bonecas e seus respectivos apetrechos (chupeta, penico, bercinho, carrinho, roupinhas), outra para as panelinhas e artigos de cozinha. No baú você coloca os joguinhos, separando as pecinhas de cada um.

Depois: Você descobre que o nome disso não é organização e sim "ideia de jerico". Porque se seu filho mal guarda as coisas dele você ainda espera que ele entenda de lógica organizacional? Quem você acha que vai ter que fazer essa triagem diariamente? No fim, você simplesmente arruma grandes caixas e fica feliz de ver que todas as tranqueiras cabem ali. Quando sobra um bicho de pelúcia do lado de fora ou um conjunto de panelinha jogados, sem problema. Você enfia um na gaveta de sapatos e o outro dentro do armário do pai.

Aniversários

Antes: Você fica feliz em ver tudo que a sua filha ganhou. Abre todos os brinquedos com ela pela sala, aprende, ensina, fica empolgada e vê a criança se apegar a um ou dois deles e ignorar o restante Você guarda tudo,tranquila e dentro da sua lógica organizacional.

Depois: Você torce para que ela ganhe roupas. Quem sabe um sapato? Ela anda precisando de um tênis, humm, será que posso pedir? Você não abre mais todos os brinquedos. Separa alguns lacrados, para servirem de novidade em um dia chuvoso e, na hora de guardar, você enfia tudo no buraco que der.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sim, estamos vivas!

Bloguinho querido de mi corazón! Estás tão abandonadinho, que se rolasse uma conselho tutelar dos blogs, tinha perdido sua guarda!

A vida anda corrida. Esse lance de ficar em casa NÃO me dá mais tempo. Deixa minha vida mais feliz, fato, mas não menos atarefada. Ainda mais agora que me joguei na malhação e tenho que bater meu ponto lá sempre. Além disso arrumei um trabalhinho freela que anda sugando TODA a minha inspiração. Fico ali, tão envolta nos textos, que não me sobram palavras, nem vírgulas, nem pontos, nem nada para contar meus causos.

Mas aí hoje resolvi que ia dar o ar da graça, só para registrar algumas coisinhas básicas:

Das coisas fofas

Nina está certa de que é uma bailarina. Mas mais certa que bolo em festa de aniversário.

Minha menina moleca, pé no chão sujismunda, agora só quer usar vestidos. Vestidos com saias rodadas e esvoaçantes para que, na ponta dos pés, ela possa girar e ver a roupa inflando. Ok, ok, ela continua sendo uma bailarina sujismunda e pé no chão, mas pra quem só queria andar pelada, é uma mudança.

O estilo bailarina da Nina é meio radical. Toda paramentada, usando uma fantasia de carnaval, ela sobe nas costas do sofá e dá altos saltos. Também dança com a leveza de um elefante, dando pulos pela casa, enquanto fala: - "Óia, óia, sou uma balina!"

Sim, já estou procurando aulas de ballet para a pequena.

Das coisas que são fofas, mas que não deveriam ser

Agora quando chamamos sua atenção ela revida. Não revoltada com a briga, mas fingindo que nós é que estamos errados. Por exemplo:

Eu - Nina, não faz isso!
Ela - Ai, ai, ai, mamãííím! Eu tô te vendo, hein? Vai pedê o dileito. (Jizuis, que raio de "direito" é esse? Com certeza foi na escola que ela aprendeu isso. As crianças tão perdendo direito direto lá. Espero que não seja o direito de comer e que não tenham que ajoelhar no milho).

E ela faz isso sem gritar, mas fazendo cara de brava, com dedinho em riste.

Eu deveria brigar, mas nesse momento eu beijo (todas me apedrejando agora!)

Das coisas nada fofas

Nina tem o sono agitado. Ela fala durante a noite, dá chutes, rola pra lá, rola pra cá... E como eu sei disso? Porque ela continua dormindo na minha cama. Essa semana ouvi de um amigo, que não tem filhos: "Mas isso acaba com a vida conjugal. Assim vocês não podem acordar de manhã e ficar curtindo um ao outro enquanto ela dorme no quarto." Logo se vê que não tem filhos, né? Helloooooooooooooo? Quem no mundo acorda antes da Nina??? Ninguém querido, nem o galo. Intonces, mesmo dormindo na sua caminha, ela vai despertar e brotar no meu quarto praticamente de madrugada para me acordar.

Mas enfim, pretendo mesmo passar ela pro quarto, porque já desmontei o berço e ela está lá com uma mega camona, que será mais confortável para todos nós. Principalmente porque agora ela deu de fazer manha na madruga. Meio acordada, meio dormindo ela choraminga e ninguém entende o que ela quer. Aí quer dormir em cima de mim, com o pé na cara do pai, puxando o rabo da Pietra... desconfio que passou dos limites.

Das coisas novas

E ficar em casa tem seus momentos de angústia. E marido me proibiu de cortar o cabelo. Tirei uma carta da manga e disse que se eu não podia cortar ele teria que deixar a barba crescer.

Pois minha gente, a barba está lá e eu, que tenho cabelo curto há anos, curto mesmo, batido na nuca, fico tendo siricuticos com essa cabeleira normalzinha e nada moderna.

Daí que entrei no banheiro, olhei para essa mesma cara de todos os dias e lembrei que ele falou do comprimento, mas nada disse sobre a franja... tesoura na mão e, antes de pensar muito, cortei-a-a.


E a cabeleira está fazendo o maior sucesso! Cunhado disse que eu tenho cara de mangá, saca aquelas bonequinhas de quadrinhos japoneses? Não sei se isso foi um elogio, mas meio que curti.

Por hoje é só pessoal! Mas prometi para o conselho tutelar dos blogs cuidar melhor dessa minha cria aqui.