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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Era digital e fotografia

É verdade que depois da máquina digital muita gente começou a se achar fotógrafo. Aquela possibilidade de ver na hora se a foto ficou boa ou não e repetir o clique dá a falsa sensação que qualquer um pode fazer esse papel. Pois é galera, não pode. Vide as fotos que publiquei no post anterior. Você pode refazer o clique, mas precisa ter o olhar. Você pode refazer o clique, mas o momento que passou não volta.

Na minha profissão, já ouvi muitas vezes: "mas precisa de fotógrafo? O jornalista que vai cobrir não pode fazer as fotos?" Pode. Claro que pode. Até a Nina pode tirar as fotos. Bom, se elas não vão servir para nada depois é outro problema.

Por isso eu tinha certeza que precisava de um fotógrafo na festa da Nina. No ano passado faltou tempo, faltou verba, faltou programação, mas desta vez me programei e contratei o pessoal da Doce Deleite muito antes de ter definido os detalhes da festinha. Eles tinham feito as fotos do aniversário da filha de uma amiga e ficou a coisa mais linda do mundo. Estava decidido. As fotos seriam deles.

E hoje, quando abri o Facebook, eles já tinham liberado as prévias das fotos. Foi MUITO mais rápido do que eu esperava, então quase não acreditei. Agora, imagina como fica o coração de uma pobre mãe ao se deparar com isso:























É muita emoção, né não gente boa? Haja coração!

Alguns créditos merecidos:

  • A roupinha da Nina é da Lepetitpola, claro. Já provei aqui que sou fã.
  • Os bonequinhos de feltro são da Frumigaria, feitos pela fofa da Camilla.
  • Elo7 me ajudou muito. Lá encontrei as latinhas de palhaço, as boleiras coloridas (você escolhe a cor do pé e o tecido, ficaram lindas!), as bandeirolas sob encomenda e também os toppers de scrap. Dicas: para quem não trabalha com isso, comprar todos os cortadores para confeccionar os toppers acaba saindo muito caro, é melhor comprar pronto. Bandeirolas de pano são o máximo! Eu pedi todas bem coloridas sem nada "combinando" entre si, o bom é que você pode aproveitar qualquer resto de tecido que tenha em casa, basta saber costurar o que não é o meu caso, e elas vão servir para outras festas e comemorações!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

E como foi?

E a festinha foi no sábado, finalmente! Deu trabalho, mas ficou fofo, do jeito que imaginei e o povo gostou, se divertiu, comeu, bebeu e encheu a cara de brigadeiro. Aliás, eu sigo enchendo a minha cara de brigadeiro desde então, já que nada se perde, tudo se aproveita, e as sobras estão lá em casa.

Esse ano resolvi contratar um fotógrafo e relaxei com as fotos. Nem máquina eu levei, porque não sou boa nisso mesmo. Como as fotos demoram, claro, a verdade é que tenho poucos registros para mostrar para vocês. Ambos resgatados da máquina da minha tia e sem muito foco (valeu Duda!), mas dá para ter uma ideia...

Essa era a mesa do bolo. Os bonequinhos de feltro são a minha paixão e criados pela talentosa Camilla. Na foto não dá para ver direito, mas são cheios de detalhes fofos! As bandeirolas da mesa foram feitas com os mesmos papéis que estão nas latinhas, cones e molduras das fotos. Atrás da mesa o painel de fitas com pompons de papel de seda.
Painel no detalhe.
Varal de fotos. Esse estava acima da mesa de lembrancinhas e guloseimas, mas tinham muitos outros espalhados pela festa.
Imã de geladeira. Porque o brega está dentro de mim, rs. E minha vó adooooora. Obra da Lud, claro.

E fazer o que com o que sobra da decoração da festa? Bom, muitas coisas vão para o lixo mesmo, porque nem sempre dá para aproveitar, mas outras você aproveita e coloca no quarto da filhota:

Visão geral das prateleiras.
Parte das bandeirolas da mesa.
Palhacinha (meu xodó), latinhas e foto usada na decoração.
No detalhe. Não é uma fofura?

Por hoje é só pessoal! Mais fotos da festa só quando o pessoal da Doce Deleite liberar as prévias. Mas demora, tá? É muita festa de criança pra fotografar, muita foto pra tratar, muita mãe louca ansiosa para atender... 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A organizada

Bom, amanhã é feriado no Rio (todas grita \o/).

Feriado antes da festa de aniversário é providencial e por isso, achei que estava tudo sob controle. Tudo na mais perfeita ordem e organização. "Ih... vai dar tempo de sobra", pensei.

Pensei até uns dois minutos atrás, quando refiz a minha to do lista de hoje. São uns seis itens pendentes, incluindo uma breve, rápida, porém necessária, faxina na casa. E não, isso não é tudo que falta para a festinha estar pronta, isso é tudo que TENHO que fazer hoje.

Ok. São 17h e ainda estou no trabalho. Lá pelas 18h30 acho que chego em casa, ou melhor na escola da Nina. Aí pego a cria, lambo a cria, mimo a cria e começo a fazer as coisas. Começo?

- Bota o VD, mamãe? Do S.A. (leia-se DVD dos Monstros S.A.)
- Mamãe qué mamá.
- Mamãe qué suco.
- Mamãe pega meus binquedus?
- Mamãezinha, mamãezinha, mamãezinha...
- Mamãe, pega eu? Pega? Joga eu na cama? Queio minha pepê. (Chupeta).
- Mamãezinha, mamãezinha, mamãezinha...

Ok, ok. Lá pelas 21h30 espero que ela esteja dormindo. Aí sim começo a fazer as coisas. Afinal, dormir pra que, né não?

É... vai dar tempo. Tudo sob controle.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Dois anos

O que pode mudar em dois anos? Eu nunca tinha pensado nisso. Em uma vida de 80 anos, e eu acho que chego lá e ultrapasso com margem, o que são dois anos?

Pois Nina me ensinou que esse "curto" período de tempo, pode ser de grandes mudanças. Em dois anos, um bebê, totalmente dependente e que nasce, quando muito, sabendo mamar, se transforma em uma criança. No caso dela uma criança tagarela, que calça os próprios sapatos, me ajuda a levar as compras para casa, não usa mais fraldas, reconhece seu nome escrito nos lugares, sobe e desce da cama, do sofá, da cadeira sem precisar de ajuda, sabe cantar, dançar e pular, come sozinha, quer tomar banho sozinha, quer passar perfume sozinha, pentear os cabelos sozinha, sabe ligar e desligar qualquer aparelho eletrônico e entrega um iPhone na mão dela para ver o que acontece? É muita coisa para se aprender em dois anos. Às vezes desconfio que eles já nascem com chips pré-programados...

Em mim os dois anos tiveram um impacto tremendo. A Alice de antes já não existe. Mantenho meu jeito zen de ser, mas a cabeça mudou (o corpo também, mas isso não vem ao caso). Cabeça de mãe é diferente. Hoje penso no que fiz antes da Nina nascer e desejo que ela não faça muitas dessas coisas (abafa!). Hoje minhas prioridades são outras e o que é melhor para ELA é sempre minha primeira opção. Hoje acordo cedo, inclusive nos finais de semana. Hoje canto musicas infantis o dia inteiro, mesmo quando estou sozinha. Hoje me interesso mais por lojas de crianças do que de adultos. Hoje sou toda Nina. Da cabeça aos pés.

Então, minha Pituxa, parabéns! Hoje o aniversário é seu, mas é a mamãe que fica aqui babando e desejando que seus dias sejam sempre coloridos. Desejando que você supere os momentos difíceis e que saiba aproveitar sempre as alegrias. Desejando que você não me odeie na adolescência e que um dia entenda os "nãos" que vou ser obrigada a lhe dizer. Desejando que você saiba que o sofrimento do primeiro namorado passa e depois você ri disso, eu juro. Desejando que você cresça e ganhe o mundo, mas que sempre venha curtir um chameguinho da mamãe. Desejando, desejando, desejando... e torcendo para que o tempo comece a andar, pelo menos um pouco, mais devagar.




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Preparativos de aniversário

Na semana que vem Nina completa 2 anos.

Passou voando, ligeiro e agora tenho uma filha desfraldada, ao menos durante o dia, que fala sem parar e com cabelos. Poucos, mas fato que já habitam a antes careca cabecinha.

Estou programando uma festinha para comemorar o aniversário, como comentei aqui, e já está bem perto. Vai ser na próxima semana e os preparativos estão bombando. Como sou inquieta, toda hora invento uma coisa nova para fazer, um apetrecho para enfeitar, blá, blá, blá, e quando vejo tenho mil ideias e preciso colocá-las em prática e reunidas no mesmo ambiente.

O fato é que há meses encontrei esses papéis de scrapbook para vender e me apaixonei. Ainda não tinha nada definido da festa, só que ela teria um tema circense, e quando encontrei esses exemplares, comprei na hora. Mesmo sem saber ainda aonde usá-los.



Pois bem, que passei a seguir essas cores e ideias para a festinha e na última semana coloquei a mão na massa. Bora ver aonde apliquei a papelada?



Cones para decorar a mesa do bolo, com pompons (outra ideia fixa na minha cabeça). Fiz um recorte e colagem entre os diferentes papéis.

Latinhas de leite transformadas em vasos. Maridin chegou a desdenhar da minha ideia, mas depois gostou.

Com as sobras das tirinhas de papel, decorei alguns copinhos brancos... Pretendo usá-los como porta-guardanapos, ou algo assim.

Cataventos!!! Amo. Esse é só o primeiro, farei outros mais tarde.
Pregadores de madeira decorados para um futuro varal de fotos...

Fala aí? Meu papéis foram ou não foram um bom investimento?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Cenas de um aniversário

Dia de aniversário, correria no trabalho e muitas programações! Passando aqui só para fazer alguns registros:

*Fui acordada na madruga pelo maridin me enchendo de presentes. Ganhei bombom de cereja da Kopenhagem (uma caixaaaa inteira, ai, ai dieta), uma bolsa linda e um livro:
- Livro do Boni? Mas eu não vou muito com a cara do Boni... Ele deu uma entrevista dizendo que não considera o neto como parente. Me ofendi. Além disso, ouvi dizer que ele perseguia o Tim Maia... depois do musical ando tão in love com o Tim Maia...
- Alice, seus problemas pessoais com o homem não interessam. Como jornalista você TEM que ler esse livro.
- Ah é? Ok.
(Prometo que vou me jogar na leitura livre de preconceitos).

*Acordei para trabalhar e comecei a arrumar a Nina para a escola:
- Filha, hoje é aniversário de quem?
- Da mamãe!
- E como você vai cantar pra mamãe filha?
- É big, big, ah, ti, bum! Nina, Nina, Nina!
(Oi? Não era meu o aniversário?)

*Já atrasadíssima para sair de casa, a manha começou. Nina se jogou no chão, quis arrancar os sapatos. Falou que não ia para a escola, que ia pra festa da mamãe na casa da Bisa.
- Nina, eu vou contar até três pra você levantar desse chão. Um.... dois ...
- E já!
(E foi correndo rindo e saltitante para a porta da rua. #crazychild).

*Chego no trabalho e dou de cara com isso:


Cocólatra quem? Eu?
Adorei o presente Andréa!

*Parece que meu post sobre o aniversário fez efeito. Recebi algumas pedradas, hehe, mas pessoas queridas não me odeiem! Hoje meu Face ficou recheado de recadinhos queridos. Além disso, recebi alguns emails e até um torpedo do meu pai:
- "Seguindo recomendações expressas, desejo tudo do todo para minha primogênita. Papi".
Fofo, né?

Fui gente! A comemoração está só começando e se estende ainda por três dias!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Parabéns!!! Tá ficando velhinha, hein???

Imagem daqui

Na próxima quarta-feira é meu aniversário. Sempre fico eufórica com a proximidade da data. É verdade que essa empolgação diminuiu bastante depois da Nina (essa coisa involuntária de mãe se colocar meio de lado, sabe?). Mas adoooro ganhar presentes, cantar parabéns, encontrar o povo para comemorar, dar aquela passadinha na casa da minha vó para comer um bolo, chamegos e carinhos... os aniversários seriam perfeitos se não existisse o tal do telefone. Ô coisinha chata atender o telefone no dia do aniversário. Sei que a intenção é boa, mas tenho que confessar que não sou fã. Sabe como é, né? Todo mundo falando a mesma coisa:

- Feliz aniversário! Tá ficando velhinha, hein? Vai me pegar! Muita felicidade, muita paz, muito amor, dinheiro, saúde, blá, blá, blá...

E daí que vira uma convenção e você fica naquela obrigação de ligar para as pessoas e deixar seus votos de felicidade. Quando estava grávida da Nina - ela nasceu em janeiro e eu já estava no final da gravidez, naquela fase tolerância zero - me dei ao direito de ignorar meu celular, que gritou, vibrou e apitou o dia inteiro pela casa. Caguei. Atendi algumas pessoas, mais por elas do que por mim, pois imaginei que ficariam chateadas se não conseguissem falar comigo.

Sabe, não significa que eu não goste de ter pessoas desejando esse trem todo de bom para mim, mas tenho uma implicânciazinha com regras, normas e traquejos sociais. Acho que essa ligação rola quase no automático, é algo que se TEM que fazer. Porque ao vivo, a coisa é outra. Rola um abraço forte e o tal textinho nem se faz necessário. E além do mais meu povo, inventaram o Facebook (valeu Mark, seu lindo!) e o povo todo pode te parabenizar por ali, passando as boas vibrações e afins de forma cibernética. Frio? Acho não. Acho ótimo. Acho prático. Acho dú caraleo . Porque aí, se mesmo assim a pessoa te ligar, já vai ser naquela de saber aonde vai ser o chopp. Vai ser para pegar coordenadas da comemoração. Bem mais agradável, mais natural, sem obrigações.

Sou muito rabugenta? Estão me odiando?

Vamos ver o lado bom da coisa: se por acaso você esquecer a data do meu aniversário e não me ligar, eu não vou ficar chateada. Ó que lindo! E tem mais, se por acaso EU não passei um Graham Bell pra você no seu dia, não significa que não te ame. Provavelmente deixei meus parabéns pra você no Face. Como? Não tem Facebook??? E email? Não usa??? Pô, mas isso já é exclusão digital.... Celular você tem, né? Pode deixar então, da próxima vez mando um torpedo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aniversário e sorteio Lepetitpola

Hoje é o dia do aniversário do blog! (todas grita \o/)

E como aniversário é dia de comemoração, vamos realizar o nosso 1º sorteio! É muita emoção gentchemmm!!!

Vocês conhecem a Lepetitpola?

Eu descobri a marca esse ano quando procurava uma roupitcha para festinha de 2 anos da Nina (que será só em janeiro, mas já comentei aqui que sou descontrolada nos preparativos). Pois bem, foi amor à primeira vista. As roupas são lindinhas, super diferentes, confortáveis e o que é melhor: únicas! Sim, cada peça é feita artesanalmente de acordo com o pedido do cliente. É de babar!

Olha os modelitos escolhidos para minhas afilhadas fofas:

Clara de moranguinho. Nhac!

Helena de zebra, com direito a orelhinhas e rabo
Macacada reunida! Nina estava de Super Nina, mas é claro que ela não parou nem 1 minuto sequer para tirarmos uma foto decente
E olha que máximo gente: como presente para o aniversário do nosso cantinho, a Lepetitpola está oferecendo aos leitores do blog um presente. Vamos sortear uma camiseta ou body personalizado para o ganhador do sorteio. A estampa, cor e tamanho serão escolhidos pelo vencedor.

Ah! Para os leitores que ainda não têm filhos, nada de acanhamento! É a sua chance de poder presentear aquele sobrinho fofo, afilhado ou já começar o enxoval com o pé direito!

Para participar é muito simples: basta ser seguidor do blog (para isso clique naquele botãozinho azul na lateral em "Participar deste site") e deixar um comentário neste post dizendo que quer entrar no sorteio. Os comentários serão numerados de acordo com a ordem de postagem e sorteados com ajuda do nosso querido Randon.

Adendo 1: É preciso ter um endereço no Brasil.
Adendo 2: Para quem não conseguir postar um comentário aqui, pois muitas pessoas reclamam que o blog bloqueia seus pensamentos, hehehe, pode me mandar um email dizendo que está dentro e incluo o nome na listagem, também de acordo com a ordem de chegada.
Adendo 3: O sorteio vai ser realizado na próxima segunda-feira, inscrições válidas até 6 de novembro.


Vamos ver mais algumas coisinhas lindas?





E aí? Está esperando o quê? Participa do sorteio e corre lá para conhecer a Lepetitpola!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O bolão de aniversário


Depois da festa de um ano da Nina, eu ouvi da minha tia um conselho porreta de bom:

- Festa de criança a gente só faz em ano ímpar, que é para dar tempo de esquecer o trabalho que deu!

Minha tia é do tempo em que festa de criança a gente fazia em casa, enrolava brigadeiro, organizava o trem todo e no fim das contas ficava com a bagunça para arrumar. Como decidi fazer igual, já que tenho ótimas lembranças das minhas festas caseiras, confesso que a frase caiu como uma luva pra mim. Eu estava exausta e pensei, de verdade, em só celebrar novamente quando Nina completasse três anos. Os dois anos passariam felizes com um bolinho em casa, brigadeiro de panela e uma vela elaborada para dar glamour à foto! Mas daí que são tantas festas lindas pela internet... daí que Nina já está tão esperta que vai curtir pacas a festinha... daí que é claro que a mamãezinha aqui não aguentou e no meio deste ano já estava completamente esquecida do trabalhinho micro que deu a festinha de um ano e super, ultra, hiper disposta para o segundo aniversário.

Desde então, sempre que vejo alguma coisinha que me agrade e que possa servir para a decoração da festa, eu compro. De modo que já estou com tudo praticamente pronto, ocupando um espaço que eu NÃO tenho em casa e ainda estamos em setembro. Com isso, confesso, que penso bastante na festinha e já até sonhei com a dita cuja porque a verdade é que adooooro fazer isso. Organizar, escolher as coisas, pensar no tema.... Foi por isso que dia desses andei me lembrando das festas que frequentei quando era criança e também das que rolaram lá em casa e gente, babem, tive até aniversário com direito a Branca de Neve e príncipe encantado devidamente paramentados. Ok, o príncipe era gay e, dizem as más línguas, arrastou uma asinha para papi, mas eu nem tomei conhecimento deste fato e curti cada segundo.

Aí me lembrei que o momento mais aguardado das festas não era a hora do parabéns e sim o momento de estourar o bolão de doces. Acho que não fazem mais isso nas festas o que é uma decisão muito acertada, afinal, idealiza:

Uma bola gigante de encher lotada de balas, chicletes, chocolate, alguns mini brinquedos. Posicionada em um local estratégico, com espaço para as crianças (de tamanhos diversos) se aboletarem em baixo da dita cuja e se prepararem para o momento exato dos doces voadores. 


Pode dar certo?

Pois bem, eu era super craque nisso. Me posicionava ali, no meio do empurra-empurra e atacava só os chicletes (que mami não me deixava comer). Enchia as duas mãos de muitas porcarias proibidas e saía feliz da vida. Mas confesso que quando a tal bola estourava o troço ficava muito levemente violento e a criançada se jogava de peito no chão, pra ver quem agarrava mais guloseimas e podiam sim ocorrer muitos alguns atritos, cotoveladas e tombos.

A mini Alice achava isso o máximo, mas definitivamente estou ficando velha, só pode. Ontem revendo Tropa de Elite confesso que achei bem parecida a cena das crianças atacando as balas com a galera catando a comida do chão no treinamento do Bope.

Doida? Cê acha? Ahhh, eu sou mãe, né? Mãe tem todo direito de ficar meio pancada, maluca e neurótica depois que o filho nasce, não pode?

Na festa da Nina bolão jamais!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Nina é pop

E finalmente chegou o dia da festança. Depois de muitas idas e vindas à Rua da Alfândega e adjacências e após espetar cerca de 1 milhão de jujubas em bolas de isopor, finalmente, era hora de comemorar! A festa lotou! Muita gente pra prestigiar o primeiro aninho da pequerrucha.

A decisão de não contratar uma decoração ou uma festa pronta foi muito bem acertada, porque ficou tudo lindo e com o meu jeito. Claro que só pude fazer isso porque recebi MUITA ajuda: desde a programação visual da festa, com a Sabrina e a Lud, até a execução, botando Duda, Cris, Dedê, mami, tia Noemia e até a vovó pra trabalhar!

Aluguei um pula-pula e um espaço infantil e as crianças amaram, no final estavam todas imundas e suarentas, como deve ser ao final de uma bela festa. Não faltou comida, pelo contrário, nem bebida e as guloseimas foram muito elogiadas. Ninoca fez exatamente o que gosta de fazer: comeu o tempo inteiro. Em todas as fotos ela aparece mastigando alguma coisa. E foi biscoito Globo, pãozinho, chocolate, brigadeiro, bolo, sorvete... acha que ela teve dor de barriga? Nadica de nada. Estômago de avestruz, igual ao da mamãe :)

De aprendizado para minhas futuras aventuras festivas no universo infantil eu levo a noção de que árvores de jujuba não podem ser muito cabeçudas. Comprei umas bolas de isopor gigantes e depois das balinhas devidamente espetadas, não tinha palito que deixasse aquele trem de pé! Era um peso enorme, balançando pra lá e pra cá. No final, viraram bolotas de jujubas atochadas no cachepot, quebrei todos os palitos. Ficou lindo mesmo assim e se eu soubesse disso, teria economizado um tempo enorme e evitado alguns calos nos dedos...

Bom, vamos ao que interessa, fotos da festinha: